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22 de novembro de 2019

ASSISTA: Mãe conta como filho morreu em parto realizado dentro do HGM de Codó

Era pra ser o segundo filho da jovem lavradora Diana de Carvalho da Silva, de apenas 21 anos de idade, moradora do povoado Sororoca, a 33 km da sede do município de Codó.
Mas tudo virou lágrimas e as lembranças que ela guarda na memória são de um filho que só viu morto.  Acredita que foi vítima de erro médico na hora do parto.
 “Mandaram botar força, viram que o menino não ia nascer normal, ele  cortou, meteu a mão e puxou o menino, quando puxaram o menino ele disse que tinha matado o menino, levaram pra outra sala, deram choque no neném, ele deu ainda dois chorinhos e nessa hora não deixaram nem eu ver mais, me deixaram jogada lá, quando eles foram me costuraram, me deixaram mais de duas horas no corredor e eu perguntando o que tava acontecendo com o menino e eles sem dá notícia”, contou
A notícia só veio muito depois e foi a de que o bebê havia morrido.
 “TERIA SIDO O CORDÃO UMBILICAL? Ele tava enrolado, mas aí quando eles puxaram, ajudou a matar o menino, mas aí se eles tivessem feito a cesariana o menino tava com a gente aqui (…) quando ele meteu a mão que puxou, que o menino veio o menino não chorou ele disse – eita, matei o menino, as enfermeiras tudinho ficaram olhando pra ele”, respondeu
NA DECLARAÇÃO DE ÓBITO
Na Declaração de óbito emitida pelo Hospital Geral Municipal ficou registrado que o bebê, que chegou a ter Certidão de Nascimento com o nome de Pedro de Carvalho da Silva, morreu por três causas – Parada cardíaca, insuficiência respiratória e asfixia ao nascer. Motivos que a família contesta.
 “Acredito que não, que não foi não, foi eles que mataram meu filho mesmo”, afirmou a mãe
A DIREÇÃO
Voltando à cidade nós procuramos a direção do HGM para ver o que tinha a dizer sobre a trágica madrugada de 14 de novembro de 2019 (às 12h34min)  quando ocorreu o parto denunciado.
Conversamos  no Hospital Geral MUNICIPAL com a  diretora administrativa Magly Silva que não quis gravar entrevista  alegando que ainda está investigando tudo que teria ocorrido antes, durante e após o parto que resultou na morte do bebê.
Mas, diante do que disse já ter ouvido dos profissionais, fez uma pequena defesa afirmando que tudo teria ocorrido dentro da normalidade.
PROCURAR A JUSTIÇA
A família já decidiu que vai levar o caso à Justiça.
 “Justiça é o que nós queremos, Justiça sim, isso aí foi erro médico…MAS AÍ NÃO EXPLICARAM NADA, NA HORA? Não explicaram não, nada, nada nada. Só disse que eu era muito nova e que ainda ia ter muitos filhos, só o que ele disse foi isso”, disse a mãe que está traumatizada na zona rural de Codó onde a encontramos deitada numa rede do casebre onde vive com a mãe dela, o marido e uma filha menor de 5 anos.

Fonte: blog do Acélio

2 comentários:

  1. A saúde de codò como sempre se encontra em uma situação degradante,é muito triste pra uma mãe esperar seu bebê com todo amor do mundo ,criar toda uma expectativa na sua chegada,e de repente ver que isso não será possível,que Deus conforte o coração dessa mãezinha e de sua família,Deus fará justiça,disso vc pode ter certeza....acalme seu coraçãozinho e confie no Senhor ....

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  2. Bom quase passei por essa situação no dia 12 de setembro de2019 dei entrada no hospital HGM está com 1cm de dilatação mandarao voltar pra casa não está sentindo dor muito forte só leve contrações no dia 13 dei entrada no hospital novamente e lá constatam que estava com 8cm dilatado entrei as 8:00 da manhã as 9 já estáva com 9cm e sem sentir dor as 10:45 estáva sem sentir dor minha bolsa não tinha estourada e nem o colo do útero tinha rompido já estando com 10 cm de dilatação e todo tempo a enfermeira obstetra dizendo que seria normal já chegando perto das 11 horas o médico inseriu uma tesoura na minha vacina e estou a bolsa mas nada do colo terminar de rouper colocaram um medicamente para mim sentir dor e ter logo o bebe, já chegando perto das 11:15 forçaram tanto que meu bebe nasceu sem respirar,minha vagina deslacerou e ainda ouvir ela dizer que não tinha olhado o peso do bebe acabou que por pressionaram tanto pra ser normal que meu bebe não chorou passou três horas para poder respirar fizeram todos os procedimentos me tiraram da Sala e ficaram com o bebe ainda na sala de parto pois ainda não tinha melhorado me deram os papéis e fui para sala de observação e meu bebe lá com eles nem cheguei a ficar com meu bebe pois foi para o berçário e logo seria transferido para uma neonatal devido a falta de oxigênio ela teve convulsão e teria que ser transferida logo pois se ela desse outra convulsão ela teria uma parada respiratória e morreria ali ,conseguindo o leito foi transferida para São Luis e eu fiquei lá por um dia e no outro recebi alta chegando em casa passei ainda cinco dias em repouso no outro dia mesmo estando de pois parto fui a companha meu bebe em São Luis pois estava internada lá chegando lá me passaram todas as informações fiquei tão enfoque que não conseguia nem falar minha bebe hoje de 2 mese faz acompanhamento lá pelo fato de ter ANOXIA CEREBRAL , e ainda estão tentando saber qual parte do cérebro foi prejudicada, fico me perguntando porque um médico e uma enfermeira obstetra deixa uma paciente chegar a 10cm de dilatação e não fazer uma Cesáriapondo não só a vida do bebe em risco como a da mãe também , sofri e ainda sofro desde o dia em que ela nasceu pois minha filha poderia estar saudável e em casa ,hoje tenho que viajar a São Luis todo mês sem falar que meu bebe toma remédio controlado, com tudo isso não é só o meu caso, São várias maes que são negligenciadas quando não perdem seus filhos numa sala de parto,tem com tristeza veem seu filho tomando um remédio, ou fazendo tratamento para ter uma vida melhor quantas maes vão ter qué. perder seus filhos, ou até quando vai ter médicos assim que não exerce seu trabalho com amor e nem com dedicação, que há dias muitos difíceis mas nenhuma vida merece pagar por isso pensei que médicos salvasse vidas mas me enganei espero que nenhum médico e nenhuma enfermeira vejam seus filhos ou parente passar por isso ,e tão repuguinante e triste passar por uma situação dessas. Se alguém poder me ajudar pois quero denunciar esse hospital.

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