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12 de janeiro de 2020

Deputado sugere filme com o Presidente do STF gay e ministros viciados em cocaína

Foto:
Dias Toffoli, presidente do STF, derrubou nesta sexta-feira (10) a censura imposta pelo desembargador Benedicto Abicair ao Especial de Natal Porta dos Fundos: A Primeira Tentação de Cristo, veiculado pela plataforma de streaming Netflix.

Para quem não se lembra, o filme citado acima retrata um Jesus GAY fã de boy bands, Maria (a mãe de Jesus) maconheira, José (o pai) corno e tem até Deus retratado como tarado.
Ou seja, uma verdadeira muvuca que fere o artigo 208 da Constituição Federal (crime de vilipêndio a fé).

Art. 208 – Escarnecer de alguém publicamente, por motivo de crença ou função religiosa; impedir ou perturbar cerimônia ou prática de culto religioso; vilipendiar publicamente ato ou objeto de culto religioso:

Portanto, caracteriza-se um desrespeito para com a religião (fé) alheia.

Atendendo a um pedido da própria Netflix, Dias Toffoli alegou que não cabe ao Estado brasileiro impor censura política, ideológica ou artística e tampouco definir novas regras ou restrições à liberdade de expressão.
Pois bem …

Após a bizarra decisão do ministro Toffoli sob o argumento da “liberdade de expressão”, o deputado Bibo Nunes fez o seguinte questionamento:


“Eu quero saber se for produzido um filme pela produtora Porta dos Fundos, mostrando o Presidente do STF como gay e os outros Ministros como viciados em cocaína, se vão aceitar como cultura?
E se vão querer impedir que a Netflix exiba o filme!
Que façam esse filme!!!
E aí???”

A insensatez do presidente do STF vai fatalmente trazer reflexos duros.

É necessário que se reponha a ordem.

E agora Toffoli?

Com informações do Jornal 136

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