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3 de março de 2020

Sob Flávio Dino, Maranhão já perdeu 6 posições em ranking de gestão pública

O deputado César Pires usou a tribuna da Assembleia Legislativa na sessão de ontem (2) para comentar o Ranking de Competitividade dos Estados do Centro de Lideranças Políticas (CLP). O estudo mostrou o Maranhão na 26ª posição, à frente somente do Acre.
O resultado é o mesmo do último levantamento divulgado, em setembro de 2018 . Desde que o Flávio Dino (PCdoB) assumiu o governo, o estado já perdeu seis posições. Em 2015, o Maranhão estava na 20ª posição.
“Mais uma vez nos revelam o baixo desempenho, a ineficiência e a ineficácia do governo Flávio Dino”, enfatizou ele.
Citando informações oficiais da Secretaria Estadual de Planejamento, César Pires lembrou que a atual gestão deixou o Maranhão sem condições de obter financiamentos e, portanto, sem capacidade de fazer novos investimentos.
“Pneus queimados são colocados em Marajá do Sena, contra o estado precário da rodovia estadual, mesma situação vivida em diversas regiões do Maranhão. E o governador se oferecendo para dar ajuda ao governo federal. A realidade é a que está sendo mostrada por vários estudos científicos”, enfatizou.
César Pires acrescentou que, sob os holofotes da mídia nacional, o desempenho do governo Flávio Dino é bem diferente do que ele tenta passar para o Brasil, no sonho de ser candidato a presidente da República. Pesquisas do IBGE já mostraram que a pobreza aumentou e que o Maranhão tem a menor renda per capita do país.
“São instituições de fé pública revelando a ineficiência do governo nas diversas áreas. Ficou na 27ª posição em inovação e sustentabilidade social, em 24ª em educação, em 20º na área de infraestrutura, em 22º quando se trata de capital humano”, informou.
o deputado, mostrando o estudo do Centro de Lideranças Políticas. Ele concluiu lamento que os maranhenses tenham que sofrer as consequências da incapacidade gerencial de um governo cujo gestor está mais preocupado com seus projetos políticos pessoais.
“As estradas estão intrafegáveis, o governo está impedido de obter financiamento para realizar obras, não há avanços a comemorar. É essa a lamentável realidade do Maranhão mostrada pelas instituições de pesquisa e pela imprensa nacional”, finalizou.

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