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3 de maio de 2020

Forças Armadas asseguram estabilidade a Bolsonaro após acusações de Moro

Jair Bolsonaro durante pronunciamento no Palácio do Planalto

Comentário: Essa conspiração para derrubar Bolsonaro não vai acabar bem!!! Querem criar os fatos mais esdrúxulos para derrubá-lo, pois não encontram nada que possa macular a sua gestão, como improbidade ou corrupção, logo querem impedi-lo de governar e se pautam em suas falas, não respeitando sequer o seu direito de expressão, pois os seus algoz o criticam e o xingam a toda toda hora, como se para eles o direito de expressão fosse garantido e para o presidente não. Vão criar um atrito gigantesco, haja vista que os seguidores de Bolsonaro (30% da população) são enfáticos e não precisam de recursos para se mobilizarem, coisa bem diferente dos grupos de apoio a outros presidentes, que precisavam de muito dinheiro público para se mobilizar. Afastar um presidente com artifícios juridiquês não será aceito pelo povo e muito menos pelas Forças Armadas!!! 
As Forças Armadas asseguraram ao Palácio do Planalto de que não deverão apoiar qualquer movimento que tenha por objeto desestabilização política do presidente Jair Bolsonaro.
CNN conversou generais da ativa e da reserva com interlocução com o presidente e a avaliação é a de que o papel das Forças Armadas neste momento é garantir a estabilidade institucional como garantiu em outros momentos de crise aguda na Nova República.
Citam como exemplos as ocorridas nos processos de impeachment de Fernando Collor e de Dilma Rousseff e a crise política no governo Michel Temer em razão das denúncias por corrupção contra ele apresentadas pelo então procurador-geral da República, Rodrigo Janot.
Os generais avaliam que deverão seguir na atual crise a mesma toada desses outros momentos do país. Avaliam, contudo, –e deixaram isso claro ao Planalto – que não veem no atual episódio entre Sergio Moro e Bolsonaro motivações para uma instabilidade institucional.
Também dizem que o presidente foi eleito “democraticamente e não teve um arranhão ou desvio até agora que justificasse sua instabilidade”, segundo um general. A avaliação é a de que as próprias instituições, no caso o Congresso Nacional e o Supremo Tribunal Federal, deverão tomar suas atitudes.
Um deles, contudo, ressaltou que “não pode ocorrer forçação de barra” contra o presidente e que todo e qualquer movimento deve ser resultado de alguma ilegalidade por parte do presidente, algo que, para eles, ainda não ocorreu.

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